sábado, 9 de janeiro de 2016

Dos bastidores, desabafos e outros comentários mais


Vou fazer um pequeno rewind antes de seguir com as novidades do dia de hoje, porque senão acabo me esquecendo...

1. Sobre o novo comportamento do Pedro
Tem sido diferente a viagem dessa vez. A pré-adolescência tem deixado o Pedro meio monossilábico e até um pouco disperso. Às vezes beira a grosseria... Sinto muita falta dos comentários engraçados, das observações incovenientes, da criancisse dele. Por outro lado, é importante passar por isso junto com ele e até tentar entender.
Ainda no aeroporto iniciei uma conversa. Expliquei que entendia que na adolescência era normal ser assim (no último semestre as mudanças da puberdade foram tema das aulas de ciências da escola e estudamos juntos) e que a gente tava do lado dele, mas que ele também precisava de uma dose de leveza pra encarar essa fase, até pra não magoar a gente. Ele escutou tudo atendo, com um ar de compreensão. Não disse nada. Depois do papo, o comportamento não mudou, mas as "cortadas" agora são acompanhadas de um discreto "isso foi meio ignorante, né? Desculpa". Acho um avanço...

2. Sobre o comportamento das meninas
Até agora, tem sido interessante ver a mudança positiva que o tempo pode proporcionar. Percebo mais interação, mais cooperação, mais companheirismo, e isso é gratificante. Os mais chegados entendem o desafio e, certamente, celebram com a gente.

3. Sobre as dificuldades da viagem
A rotina aperreada do nosso trabalho fez com que marcássemos tudo muito em cima da hora. A escolha do destino, a data da viagem, a compra das passagens, o aluguel de um carro em que coubéssemos nós e as bagagens... Mas na correria, paramos aí. E na véspera da viagem atentamos para um detalhe: tá certo que somos aventureiros e não gostamos de amarrar nada nas nossas viagens pra ter a liberdade de ir ou ficar num destino o tempo que acharmos necessário. Mas como nosso vôo saía às duas e quarenta da manhã e só chegaríamos ao nosso destino às 10:30h, era conveniente ter um "porto seguro" pelo menos para o dia da chegada. Um lugar pra descansar antes se partir de novo. E aí veio a sinuca: simplesmente não havia vagas de hospedagem em Florianópolis. Já pensou? Quase nos desesperamos. No booking.com e outros sites de reservas, o alerta era: "94% de vagas ocupadas". E nossa situação era mais grave porque estávamos em seis. Onde tinha vaga com preço justo, não tinha quarto pra todo mundo. Onde tinha quarto, o preço era infame. Xuxu chegou a cogitar a possibilidade de desistir, remarcar passagens pra outro período. Saí disparando algumas reservas online e dormimos angustiados pela possibilidade de frustar todo mundo. Pra minha surpresa, no dia seguinte, acordei com a ligação de um dos hotéis confirmando a reserva. Não era um preço ótimo, não. Mas cortando de outras despesas, dava pra encaixar. Um alívio.

4. Sobre frustrações e alegrias
O hotel não era lá essas coisas. Bem localizado, é certo. Mas um prédio bem antigo, atendimento na recepção nota meia-boca, colchão mais ou menos, televisão 14" com antena péssima, estacionamento pago por fora (sem aviso prévio na hora da reserva). Não repetiremos.
Florianópolis realmente não nos seduziu. Apesar do verão, o tempo não ajudou. Os engarrafamentos não ajudaram. As praias, apesar de lindas, são muito mais pra ver que pra "viver" (no nosso caso, claro. Acho que pra turma da paquera deve ser incrível).
Agora, se alguém perguntar se valeu, eu respondo alto: Claro que valeu! Se a gente não vivesse isso, o que teria pra contar?      

5. Sobre wi-fis e 4G
Definitivamente, ninguém vive mais sem isso. E como nosso pacote de internet móvel é compartilhado com todas as nossos números, o negócio tá devagar quase parando!Deixou de ser Vivo faz tempo. Agora nossa conexão é Morto! E até agora não tivemos muita sorte com as redes wi fi. Por isso o blog tá capenga de fotos melhores e de tempo de atualização. Nesse momento, estamos num restaurante nos aproveitando da conexão pra poder postar. :(

Acho que é isso. Já que esse espaço foi criado pra compartilhar experiências, penso ser importante registrar tudo.
Assim que der atualizo o dia de hoje. Está sendo lindo!

Curtindo a nigth de Floripa #SQN

Conforme anunciado no post anterior,  a noite de ontem seria dedicada a um rolé na noite de Floripa. Na minha cabeça, em um grupo que tem 3 "mocinhas" e um casal animado feito eu e Xuxu, nada mais legal que ir pra um point badalado da cidade pra ver como o povo daqui se diverte.

Quase todos os guias que pesquisei nos levavam a um único destino:  a Lagoa da Conceição.

Preparamos o look e .... tome engarrafamento! O acesso é ruim, por uma pista sinuosa, lotaaaaaada de carros.  Vários minutos depois chegamos ao entorno da Lagoa. Lotaaaaaado de carros. Tentamos estacionar mas tava tudo Lotaaaaaado de carros. Tão imaginando o final?

Paramos numa calçada que nos dava 4 opções: um rodízio de sushi por 74 reais por pessoa ( multiplique aí por 6 e entenda por que não ficamos); um food truck de comida tailandesa (que não atraiu os meninos); um Subway (eleito pelo Pedro) e uma lanchonete com hambúrgueres gigantes. Esperamos quase uma hora pelos sanduíches e depois, de saco cheio,  voltamos pro hotel. No sentido contrário do  engarrafamento.

Será que estamos ficando velhos por não ter mais saco pra essa badalação toda? Será que não somos normais?  Fui dormir com essa pergunta na cabeça.
Mas acordei me sentindo mega jovem de novo, e já estamos de saída mais uma vez. De noite eu aviso onde  estrada nos levou!

Até mais tarde!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

É verão no sul! (ô mentira!)


A pedida de hoje foi conhecer algumas praias indicadas pelo amigo Ricardo Bola e minha amiga gaúcha Juliana Beviláqua. Os dois, quem nem se conhecem, quando viram no blog que estávamos aqui, foram certeiros em recomendar que não deixássemos de ir à praia de Guarda do Embaú, no município de Palhoça, a 50 km de Florianópolis.

Guarda é uma vilinha de pescadores, com algumas casas de veraneio mega charmosas, encrustrada entre um braço do Rio da Madre, o mar e um paredão de Mata Atlântida. Com ruas apertadas, o lugar é cheio de estacionamentos pagos (R$20) porque não se pode circular na praia de carro







Deixamos o nosso lá e seguimos o rumo da multidão. Muita gente de cadeirinha na mão, garrafa térmica e cuias de chimarrão.



Antes de qualquer coisa, nos chamou a atenção o vento frio. Isso lá é clima de praia no verão? Mas seguimos. Pra chegar à praia da Guarda é preciso fazer uma pequena travessia no rio. Dá pra fazer à pé, com água na cintura, mas existem dezenas e dezenas de canoas que levam e trazem as pessoas, cobrando 3 reais a cabeça. Quando colocamos o pé na água pra entrar no barco... aff maria. Isso lá é temperatura de água no verão? Um gelo! Mas seguimos.



E, enfim, chegamos à bendita praia. Os guarda-sóis coloridos chamavam atenção no meio daquele tempo cinza. As cadeirinhas de praia coloridas (alugadas a 8 reais) também. Era gente. Muita gente! Eu já tinha lido em todos os blogs e guias de viagens que janeiro é pleno verão na região Sul e por isso mesmo nos preparássemos pra encontrar praias lotadas. Mas e aquele vento frio? Mas e aquela água congelante? Pra gente, que é acostumado com sol pleno e um mar verde e quente, é estranho entender aquela felicidade toda no sorriso das pessoas. Porque se fosse em Fortaleza, as condições de hoje mereciam uma rede e uma folga do trabalho. Mas, enfim...





O lugar é lindo. Da praia a gente avista bem próximo o costão coberto pela mata Atlântica e o vai e vem de pessoas que seguem pela trilha aberta na mata, margeando a orla. Enquanto eu contemplava, Xuxu e Pedro se aventuraram no mar gelado e agitado.

O "convencimento" de que era preciso viver essa experiência

 Gabi e Yasmin criaram coragem e também foram viver essa "experiência". Eu e Maria nos mantivemos só na contemplação e, no meu caso, no insistente questionamento sobre aquelas condições "praiísticas". Salve Jericoacoara! Salve Lagoinha! Salve Icaraí de Amontada!

Uns 40 minutos depois resolvemos voltar e explorar o entorno. No barco, não me contive em perguntar ao barqueiro se aquilo era normal e ele tentou me explicar algo sobre um vento que vem de tal e sopra de tal... Mas que o tempo tava bom. Devia estar mesmo, porque o povo ao redor tava feliz!

Voltamos pro carro e retomamos nosso passeio. Próximo destino foi a praia de Cima e depois a praia de Baixo, ambas na região da Praia da Pinheira. Mais uma vez, cenário lindo, mas.... um mar nada convidativo.

Tomamos então o rumo da Ponta do Papagaio. LINDO!!! Uma enseada de mar liso como uma piscina, sem aquele frejo de gente e areia branquinha. Foi a que eu mais gostei. E como antes eu tinha dito pras meninas que se achasse uma praia de mar calmo eu me aventuraria ao banho, era a hora e a vez de transformar palavra em ação. Primeiro o Xuxu entrou. Depois o Pedro. A Gabi e a Yasmin. Maria Clara, que é um dos poucos seres humanos do mundo que não gosta de praia foi logo se sentando como quem diz: "ô roubada". Segui relutante, quase desistindo de ter palavra. Mas entrei. Devo ter gritado por cinco minutos sentindo aquela água gelada cortar minha pele. Um misto de vontade de morrer e de viver. Depois a Maria me disse que lá da areia dava pra ouvir o escândalo. No final das contas, foi ótimo. Ah, se aquele mar fosse quentinho.... Seria perfeito para um longo mergulho!

Me sentindo uma sobrevivente! 
No final da tarde tomamos o rumo de volta pro hotel. A ideia é descansar um pouco e à noite dar um rolé na noite floripana!



 Depois tem mais!

Descobrindo Florianópolis



Se a primeira impressão que tivemos de Florianópolis não foi suficiente pra gente entender por que a cidade é tão badalada, podemos dizer agora que já começamos a descobrir os encantos da ilha. No final da tarde de ontem, já descansados da madrugada de viagem e com menos calor, saímos para um passeio que foi muito bacana. Fomos a Santo Antonio de Lisboa, um bairro/distrito (ainda não entendi o que é Sto Antônio na geografia daqui) a menos de 20km do Centro. Já no caminho, conhecemos a avenida beira-mar de Floripa, linda, arborizada, sem barreiras visuais e vimos o lado mais moderno da cidade, bem diferente do local onde estamos hospedados. 

O acesso até Santo Antônio é por uma rodovia comum, movimentada e sem graça. Mas isso acabou fazendo diferença, porque quando chegamos à vilazinha... UAU! Que surpresa linda! Santo Antônio de Lisboa é uma das vilas mais antigas de Santa Catarina. Teve colonização açoriana e preserva um pequeno casario dos tempos passados. Tem uma atmosfera incrível. Fica na beirinha da praia e é muito acolhedor. Faz parte da Rota Gastronômica do Sol Poente, onde o forte são os frutos do mar. Pena que o sol anda meio preguiçoso por aqui e a paisagem está sempre cinza, sem contrastes. Nem assim deixa de ser bonito.  







Igreja de Nossa Senhora das Necessidades, em Santo Antônio de Lisboa


Do ladinho, do ladinho mesmo de Santo Antônio, fica Sambaqui, que é ainda mais bonita. E nosso dia terminou assim.







Estamos com sorte porque aqui, além de escurecer um pouco mais tarde que o normal, ainda está em horário de verão. Essa foto aí de cima, por exemplo, foi tirada às oito da noite. Nem parece, né?
Pra terminar nosso dia, conhecemos um restaurante incrível, que tem como temática a tradição do Boi de Mamão, trazida pelos colonizadores açoreamos e que acabou sendo adaptada pra nossa cultura em manifestações como o Boi-Bumbá...


Eu ainda tinha um monte de coisa pra falar, mas tá todo mundo ali me esperando pra mais um dia de passeio. Vou ficar devendo fotos e os bastidores de ontem e alguns detalhes sobre o que vimos em Santo Antônio. Pra vocês terem noção de como está bom, ontem à noite, quando a gente tava subindo no elevador do hotel na volta do passeio, o Pedro disse assim: "e esse é só o primeiro dia, né?".
É, se Deus quiser, os outros serão tão bons ou melhores que esse primeiro! Valeu!
  

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

É em Floripa que começa nosso cirtuito



Já tava tudo certo de que a viagem da vez seria para a Chapada Diamantina, nosso destino interrompido naquele 13 de dezembro de 2014 quando fomos surpreendidos com o infarto da Lalá, minha sogra, minutos antes de pegarmos a estrada. Mas começamos a nos preocupar com a persistência dos incêndios que têm devastado uma grande área do Parque Nacional. Alguns amigos nos alertaram sobre trilhas que estariam fechadas por conta do fogo e que, por isso, poderíamos deixar de ver várias atrações interessantes. Preferimos adiar mais uma vez o roteiro baiano.

Numa reviravolta dos planos, refeitos a três semanas do meu período oficial de férias, optamos por voltar ao sul do Brasil, incluindo alguns pontos que já conhecemos mas gostaríamos de visitar novamente, e outros que tínhamos muita vontade de conhecer. Florianópolis era um deles. Sempre ouvimos muito falar das praias da ilha e agora nos parecia uma boa hora. Por conta do pouco tempo que teremos pra viagem (apenas 14 dias) a decisão foi vir pra Floripa de avião e aqui alugar um carro pra desbravar estradas do litoral e da serra catarinense.

Dessa vez, nossa trupe ganhou a companhia da Yasmin. Agora somos seis!

Como eu disse no post anterior, temos um rumo, mas nada mais planejado do que faremos, quando e qual o tempo de permanência em cada lugar. Depois de uma madrugada entre aeroportos e voos, chegamos à capital catarinense  às 10h20min da manhã de hoje. Enquanto chegava a hora de fazer o check in no hotel, demos uma volta pelo centro histórico (já conhecemos a Catedral, o largo XV de Novembro, o Mercado Público). O dia está muito quente e, até agora, Floripa ainda não nos seduziu. Talvez porque estamos bem cansados da madrugada mal dormida... Ainda é cedo pra dizer.

No próximo post tem foto, bastidores e novas impressões desse nosso primeiro dia de viagem.
Bjim!

Tirando o mofo e colocando o pé na estrada de novo!


Faz mais de um ano desde a última vez que atualizei esse blog. Ah, como eu tava com saudade...
Pois é com muita alegria que comunico que ele está entrando em atividade de novo, como um vulcão que estava se segurando pra entrar em erupção.

As malas já estão prontas e o destino, escolhido. Como é característica nossa, definimos o rumo que vamos tomar, mas não muito mais que isso. É que o imprevisto, o não-programado, o acaso, dão uma pitada especial de surpresa e encanto nas nossas viagens. Tem sido assim desde antes de a gente começar a registrar nossas andanças nesse blog, criado há 5 anos. Pra quem ainda não conhecia esse nosso "diário do bordo", explico que é aqui o espaço em que dividimos com a família e os amigos as experiências incríveis que vivemos ao tentar "descobrir o Brasil" com nossos filhos, em roteiros criados pela gente mesmo, no nosso tempo, a partir das nossas curiosidades.  Temos descoberto lugares lindos, e queremos mais.

A expectativa é de que essa nossa nova aventura nos permita encontrar novas paisagens, novos climas, novas culturas, novos paladares. Eu e Xuxu prevemos alguns desafios, afinal, somos nós a conciliar gostos, humores e interesses de 3 filhos com idades e níveis de hormônios bem diferentes. Pedro já não é o "menino" da última viagem e aos 11 anos nos demanda cada vez mais argumentos e acredita piamente que é o dono da verdade... Maria Clara, aos 18, segue firme na teoria de que "roupa confortável a gente usa em casa" e, assim, a mala cresceu em combinações que garantam looks e clics. A Gabi, prestes a completar 23, perguntou logo se "era viagem de igreja" de novo, referindo-se a minha curiosidade em conhecer igrejas nas cidades por onde passo, como aconteceu nas viagens de Minas e da Colômbia.  Apesar dos perfis diferentes, nosso conjunto é bonito e continuamos acreditando que essas viagens nos proporcionam encontros com nós mesmos, em situações adversas às que vivemos aqui. São novas formas, inclusive, de olhar e descobrir o outro. E aceitar, e aprender a amar ainda mais cada um com suas particularidades. No balanço final, o resultado é transformador pra todo mundo.

Dito isso, tá feito o convite pra quem quiser nos acompanhar em mais uma viagem. Já, já a gente tá na estrada! Quem vem?



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Você já foi á Taíba, nêga? Não? Então vá!


Se você é cearense, certamente já foi à Taíba, e se não foi, com certeza, já ouviu falar. A praia, a 70km de Fortaleza, situada no município de São Gonçalo do Amarante, tem uma beleza peculiar com lindas piscinas naturais. A paleta de cores daquele pedaço do litoral é formidável: o verde do mar e do coqueiral, a areia clarinha, o céu azul, as pedras escuras... Bonito mesmo.

(foto: Fábio Arruda / Clarear Imagens)

E ainda tem aqueles mega aerogeradores do parque eólico, que dão um toque diferente no horizonte das dunas. É lindo mesmo.

(Foto: JanoBelo.blogspot.com)
Mas mesmo eu, que comecei a ir à Taíba com 16 anos (ou seja, faz teeeemmmpo...), vivi uma experiência nova e incrível na minha última ida lá. E claro que essa "descoberta" tinha que ser registrada aqui, né?

Pois imaginem aí uma praia, uma noite, uma lua crescente, uma fogueira, uma roda de amigos... Parece bom, concordam? Mas na Taíba, esse contexto todo pode ficar ainda melhor. E pra isso, entram em cena um pescador, alguns "espetos" de madeira, um belo peixe fresco e um punhado de camarões. Em pouco tempo, é isso que você vai ver:


E aí, minha gente, é só aproveitar a brisa, o papo, e a delícia desse peixe, servido na palha de bananeira e acompanhado de tapioca, no melhor estilo taibano. E pra comer com a mão!!! Como acredito que a experiência gastronômica enriquece qualquer viagem, agora sim posso dizer que conheço a Taíba mesmo!

Ah, além da praia, da brisa, do calor da fogueira, do cheiro do peixe, da cerveja geladíssima, você ainda tem a opção de levar um pen drive com sua playlist preferida, que a "Lôra", a hostess da praia, providencia o som, na altura certa, bom pra gente e sem incomodar ninguém. Ao final da noite, posso garantir, você corre atrás dum calendário para programar um repeteco na próxima lua cheia!

Não posso deixar de registrar aqui que por trás dessa "produção" teve o dedinho da nossa amiga Willa Lima, mais nova moradora da Taíba _ e já quase uma nativa, que tratou de escolher o peixe cedinho quando ele chegou do mar, marcou com o "Lombrinha" pra fazer a fogueira pra gente à noite e garantiu a trilha sonora (com direito às melhores do Fábio Jr.). O bom de tudo é que ela se comprometeu a organizar uns luaus nessa vibe pra gente. Quem topa?